Últimas Notícias

COMUNICADO (ESCOLA RAUL BRASIL SP)

março 14, 2019

Calendario CFSA 2019

fevereiro 13, 2019

Entrega da Cadeira de Rodas

dezembro 14, 2018



A nossa campanha de arrecadação de lacres  foi bem sucedida graças a vocês que votaram em nossa enquete. A instituição vencedora foi a Vila Vicentina. E com muito entusiasmo, e o apoio do projeto Lacre do Bem, nós do CFSA, representados pelos alunos e funcionários envolvidos, entregamos a cadeira de rodas nesta semana. Confiram as fotos.










Lista de Materiais 2019 CFSA

dezembro 10, 2018




Lista de Materiais 2018

Clique no link abaixo correspondente à lista que você procura:


Educação Infantil:

02 Anos
03 Anos
04 Anos
05 Anos

Ensino Fundamental, anos iniciais:

1º Ano
2º Ano
3º Ano
4º Ano
5º Ano






Ainda não disponível:

Ensino Fundamental, anos finais

6º Ano - Material Bernoulli adquirido no Colégio
7º Ano
8º Ano
9º Ano

Ensino Médio

1ª, 2ª e 3ª Série

Aquisição de Livros didáticos

novembro 27, 2018



Prezados Pais e/ou Responsáveis,

Paz e bem!

Com o objetivo de transformar a aquisição dos livros didáticos de nossos alunos mais fácil e dinâmica,
o Colégio Franciscano Santo Antônio também disponibilizará, de forma online, a aquisição destes materiais
para o Ensino Fundamental 1, Anos Iniciais (1ª ao 5º ano).
Os materiais didáticos podem ser adquiridos pelo site da SMDireto, basta acessar o site www.smdireto.com.br e digitar seu voucher (enviado via circular) no campo “digite aqui o número do voucher”. Clique em “próximo”,
em seguida será necessário digitar o nome do aluno no campo “digite aqui o nome do aluno” e clique em
“comprar”. Uma lista de material didático referente ao ano escolar desejado será aberta para dar prosseguimento
à aquisição dos materiais.
Importante: O portal SM Direto disponibilizará as aquisições de livros até o dia 18/01/2019.
Após esse período não será possível adquirir os livros com desconto através do portal.

O mal do Século

novembro 21, 2018


O mal do século não é a depressão, mas a falta de empatia
Acredito que, de todos os enfrentamentos por que uma pessoa passa, nesse período, a depressão
vem a ser o mais difícil deles, por conta da incompreensão.
Nesses momentos, tenho a sensação de que surgem pessoas com aquela necessidade incrível de
rotular quem está passando por um momento de luta, no caso, a depressão. Quando eu passei por
 essa fase, escutei o discurso cansado de que eu precisava ocupar a minha cabeça; também ouvi
o tal “isso aí é falta de fé” e que, de certa forma, eu não estava confiando em Deus. Outras vezes,
ouvia que eu não estava me ajudando e que “ah, você precisa se levantar dessa cama”, como se
isso fosse tão simples.
Quantas e quantas vezes escutei falas que mais me afundaram do que propriamente me ajudaram.
Eu já estava me amando de menos e todas essas frases, em tom de “ajuda”, na verdade faziam
com que eu me achasse ainda mais o problema, afinal, tudo era tão simples aos olhos dos outros,
mas tão doloroso e complicado aos meus olhos. Então, eu chegava à conclusão de que o problema
estava comigo.
Cansei-me de tanto escutar a frase: “Existem pessoas em condições tão piores que a sua e você aí,
com problemas pequenos e se entregando por tão pouco.” Claro, isso certamente me ajudou bastante
(ironia). A verdade é que ninguém entendia o quanto era difícil sair do meu quarto, o quanto eu queria
dormir para aliviar aquela dor e ver o tempo passar depressa. Aliás, eu sentia que o tempo não
passava e a angústia fazia cada vez mais morada em mim.
E, embora isso tudo tenha acontecido um bom tempo atrás, é triste ver que esses discursos
permeiam ainda os dias de hoje. Até quando as pessoas vão acreditar que ir ao psicólogo é coisa
de louco? Sabe, eu tenho visto muita gente deixando de procurar ajuda por vergonha, por achar
que quem precisa de um psicólogo é realmente louco – ideia totalmente errônea. Mas, que atire a
primeira pedra quem não tem nada a melhorar, quem não tem angústias, conflitos e quem não
precisa de mudança. Todos nós precisamos, o erro está em procurar ajuda apenas quando
adoecemos.
Então, eu percebo que se fala tanto em depressão, mas pouco em empatia. Damos muita atenção
às doenças do corpo, mas nos esquecemos da alma e da mente, como se não ter disposição para
ir ao trabalho por conta da depressão fosse de fato encarado como preguiça. Não se leva em conta
as noites sem dormir por conta da insônia, ou o excesso de sono causado pelos remédios, ou até
mesmo a falta de energia.
De uma vez por todas, que fique bem claro que depressão não é frescura, depressão não é preguiça,
não é desculpa, não é falta de fé e não tem nada a ver com religiosidade. Depressão é luta.
Por isso, eu partilho da ideia de que o mal do século não é a depressão, mas a falta de empatia.
É a incompreensão de pessoas que soltam suas falas que mais doem do que curam, que mais
machucam do que saram, que mais pesam do que aliviam, que mais empurram para o buraco do
que ajudam alguém a sair dele. Afinal, incompreensão também mata.
 
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